Mito 6: Empresa de pesquisa precisa ter forte hierarquia.

11.01.2017

 

Para finalizar nossa série de mitos sobre pesquisa, decidimos escrever sobre a forma como uma pesquisa é feita e quem é responsável por sua execução, pois frequentemente o impacto é direto no resultado final do trabalho. Ao longo da nossa trajetória, trabalhamos com empresas de diferentes segmentos e muitas delas possuem grandes estruturas com vários níveis e áreas para lidar com a complexidade de processos que a produção de bens e serviços requerem. Há empresas de pesquisa que também funcionam assim: dividem o processo de pesquisa em frações de pequenas responsabilidades, para assim conseguirem realizar mais projetos ao mesmo tempo. Geralmente uma empresa de pesquisa trabalha dessa forma:

 

O principal problema dessa estrutura é que quem entende os desafios que levaram ao propósito do estudo não coleta as informações necessárias para responder esse desafio. Na pesquisa qualitativa onde os roteiros são semi abertos e uma pergunta pode levar a várias outras, dificilmente quem está distante do cliente para entender seus desafios conseguirá fazer as perguntas certas para o consumidor que, posteriormente, trarão as respostas certas para aquele desafio.

 

Nós criamos a Favo com uma proposta diferente. Estar em contato com as pessoas e conhecer seus comportamentos é o que faz nossos olhos brilharem e move nosso dia a dia. Por essa razão, fazemos questão de estarmos presentes em todos os momentos de uma pesquisa: desde a elaboração do escopo, na execução do campo até a apresentação final. Esse olhar completo para um projeto faz a diferença no momento crucial de tomada de decisão com base num estudo, como afirma nosso cliente Erik Marchetti da Agência Blank:

“Acho que se puderem manter essa relação em que
os sócios participam, é a chave para tudo.”

Nosso modelo de gestão funciona por projetos: montamos uma equipe que participa do início (coleta do briefing) ao fim (apresentação do relatório) minimizando os problemas de ruído no fluxo de informações.
 

Temos convicção de que esse modelo traz ganhos para todos os lados: a equipe tem mais autonomia e produz melhores resultados porque entende a necessidade do cliente. Já o cliente possui mais segurança nas informações recebidas e tem a possibilidade de tirar dúvidas com quem realmente conhece e esteve em contato com o consumidor.


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