Não adianta parecer, é preciso SER.

17.04.2017

 

As pessoas estão cansadas! 
Percebe-se um movimento por mudanças e uma busca pela verdade das coisas para se vincular a algo legítimo, algo que tenha valor. As relações de consumo estão mudando.

Perguntas como: de onde vem o alimento que coloco na minha mesa, como são fabricadas as roupas que eu visto, quanto de imposto eu estou pagando sobre o que eu consumo; são cada vez mais frequentes.

Estes questionamentos geraram uma série de investigações e críticas ao cenário atual. Muitas empresas estão pagando por erros como contratar trabalho escravo, adulterar alimentos e cobrar taxas indevidas.
Mediante a tudo isso, o consumidor está tentando equilibrar um pouco as coisas.

Os alimentos orgânicos estão ganhando mais espaço nas nossas casas. Segundo dados do InfoMoney, o mercado de orgânicos cresceu 30% em 2016. Uma pesquisa mundial feita pelo grupo varejista inglês Tesco revelou que 78% dos brasileiros disseram que saúde e nutrição são prioridades em suas vidas. Não é à toa que as feirinhas orgânicas se multiplicam pelo país. O orgânico representa a verdade e a essência dos alimentos. Esses dias, conversando com uma amiga ela disse que comprou uns morangos orgânicos e eles vieram com bichinhos. O curioso é que ela ficou feliz com isso. A minha amiga não se importou em dividir sua fruta com os bichinhos já que eles traziam a representação de que ali não havia agrotóxico.

Em relação ao consumismo, eu conheço uma pessoa que comprava muito e era facilmente atraída para as lojas. Através das redes sociais ela leu muitas matérias sobre a nada elegante indústria da moda e conheceu termos como consumo consciente que está aplicando para sua vida.
Quando a gente fala de pessoas, temos vários blogueiros que ganharam notoriedade e possuem milhares de seguidores. Esse fenômeno se dá exatamente por serem pessoas reais, que expõem e compartilham seu cotidiano.


A verdade aproxima, é através dela que se estabelecem vínculos mais fortes. 

A necessidade de vínculos é latente numa sociedade que até então se comportava de forma tão individualizada e egocêntrica.  Até a Astrologia está falando sobre isso. Desde 1981 até agora estávamos sendo regidos pelo Sol, o que os astrólogos chamaram de adolescência solar, em que o narcisismo e o individualismo reinaram. A partir de Março/2017 começou a regência de Saturno. Esse período que seguirá pelos próximos 36 anos sugere um olhar mais atento às responsabilidades, valores e consciência das coisas

Portanto, as marcas que não trabalharem de maneira responsável e verdadeira correm o sério risco de perderem seu valor, seu público e seu prestígio. Em contrapartida, marcas que forem transparentes, verdadeiras e com propósito claro ganharão mais espaço no coração, na lembrança e no bolso do consumidor. O lucro será consequência de um trabalho bem feito, de uma mensagem real.

Não basta seguir uma “modinha” e parecer ser. Não adianta desfilar com modelos plus size, idade mais madura, transexuais se lá na loja as pessoas são tratadas com preconceito. Não adianta fazer campanha publicitária sobre empoderamento feminino se na empresa os cargos de liderança só são ocupados por homens. Não adianta fazer ações sociais se os funcionários não estão sendo pagos em dia e com seus direitos garantidos.

Não adianta só parecer, tem que SER! 
É um movimento de dentro para fora e para todas as gerações.

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